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Blog Out # 1- Tapada de Mafra

por Rui Brasil, em 09.09.16

"A César o que é de César" , ou seja, tenho que começar por dizer que a ideia foi da minha mulher. Na verdade, eu nem estava nada entusiasmado e embora trabalhe com crianças há mais de uma década nunca aconteceu ter ido, ainda que em trabalho, à Tapada de Mafra. Aconteceu nestas férias, num dia em que o tempo na Ericeira estava tão farrusco que a mãe cá de casa tirou esta cartada na manga. Fomos já depois da sesta, meio receosos que a hora já fosse demasiado tardia para qualquer um dos programas que a Tapada nos oferece. 

Dirigimo-nos à bilheteira e a excelência no serviço começou ali. A empregada não bufou quando nos viu chegar tarde e a más horas, explicou-nos logo as possibilidades que tínhamos à disposição aquela hora e teve a maior paciência para a Ana, hesitante entre tanto mershandising giro, o que não vem a ser habitual nestes sítios. 

Depois dos bilhetes comprados (volta à Tapada em carro eléctrico), pudemos esperar à sombra a beber uma bebida fresca que tirámos das máquinas de vending (a Tapada ganharia com um serviço de cafetaria a sério, fica a sugestão) enquanto a Ana ia testando os seus novos binóculos. 

Às 17h partimos no carro eléctrico, conseguindo aquele que achávamos que era o melhor lugar: o último banco em sentido contrário aos restantes, logo, garantimos uma viagem nas traseiras do veículo em posição revertida, sem ninguém à frente a tapar-nos as vistas. A nossa condutora (bióloga?) era uma simpatia, com um know how fabuloso, uma paciência ímpar para os mais pequenos que não conseguiam conter os gritinhos de surpresa e os guinchos de satisfação ao avistarem os animais e com um conhecimento complementar de História, que se mostrou bastante importante na visita ao pequeno Museu dos Coches que a Tapada tem e que estava incluída no bilhete. 

Como estávamos numa altura do dia mais fresca tivemos imensa sorte (os animais acabaram por sair das tocas) e vimos todos os animais a que tínhamos direito:  javalis, raposas e "bambis", para deleite da minha filha. Claro que os "poderosos" binóculos ajudaram nesta aventura!;)

Cerca de quase duas horas depois, e já com a Tapada toda visitada, um passeio de carro eléctrico bastante divertido e a visita ao Museu dos Coches bastante apreciada a nossa visita chegou ao fim. Cansada, no carro, a Ana agarrada aos seus binóculos resumiu o que nos ia, a todos os membros da família na alma: "É que adorei mesmo!"

Adorámos todos!

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