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Como técnico que trabalha há mais de uma década com crianças e com toda a racionalidade que a parentalidade não me pode toldar, assisti à polémica reportagem da TVI e tirei algumas conclusões. 

Não me limitei a isso e sei que sou privilegiado por conhecer técnicos de serviço social que trabalham no Reino Unido e curioso o suficiente para não me satisfazer com uma reportagem que não é imparcial e isenta e que sou mostrou um lado da história. 

Tentei, ainda, pesquisar e perceber o enquadramento legal desta situação. Concluí alguns destes pontos:

1- O sistema social do Reino Unido aposta na prevenção. Ao contrário do sistema português que parte do pressuposto que está tudo bem com as famílias e só actua reactivamente, o sistema inglês prefere antecipar riscos e actuar em caso de possibilidade de maus tratos que ainda nem ocorrem mas que pode haver a hipótese, mesmo que remota, de ocorrerem. Não querem correr riscos uma vez que têm um histórico de maus tratos na infância por parte de cuidadores formais e informais que não querem repetir, incorrendo nos mesmos erros. Pode-se, especialmente se analisarmos à luz do que acontece na realidade portuguesa, pecar por excesso de zelo mas acreditam que é mais eficaz desta forma e que a preservação da vida de uma criança é um bem maior. 

 

 

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