Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Gonçalo Carter

por Rui Brasil, em 04.05.16

g.jpg

 

Como pai indigna-me, antes de tudo o resto, as manifestações de ódio para com o miúdo. Sim, é de um miúdo que se trata. 

Todos fomos adolescentes e todos fizemos porcaria, dissemos impropérios, agimos de forma tonta, procurámos aprovação externa, lutámos pela nossa individualidade e pelo direito à nossa unicidade, agimos irreflectidamente. Todos, de uma forma ou outra, fizemos asneiras. 

No caso do Gonçalo há três prismas que devemos analisar:

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Ainda do bullying: dois vídeos ilustrativos!

por Rui Brasil, em 04.01.16

 

 

 

A caixa de comentários está aberta: comentários, reflexões e ansiedades são  bem-vindos!

Autoria e outros dados (tags, etc)


Bullies e rufias

por Rui Brasil, em 04.01.16

bullies.jpg

 Em todas as áreas da sociedade existem relações de poder, muitas vezes circunstanciais, que se estabelecem, seja entre pai e filho, patrão e trabalhador, professor e aluno. E a escola, tal como qualquer sistema social, reproduz na sua vivência a sociedade e as suas relações de poder.

Quando falamos de indisciplina na escola, lembramo-nos sempre da nossa experiência, dos nossos tempos de escola, em que havia sempre o grupo dos “rufias”, dos “dreads”: os que faltavam às aulas embora estivessem dentro do recinto escolar, que fumavam nas traseiras dos pavilhões, que tinham a fama de serem os mauzões.

No entanto, muitos deles eram os primeiros a defender algum aluno mais frágil ou a ajudar a professora, com uma perna partida, a carregar a pasta até ao carro estacionado no fim do dia de aulas. Estes são os "bons malandros" ou simplesmente, os rufias. Mas também existia um ou outro que era mesmo “mau”, o "já não há nada a fazer", o que batia nos alunos mais novos ou lhes roubava o dinheiro do almoço. Esse não é só rufia, é aquele a quem chamamos de bullie. E a fronteira entre os dois é ténue, mas existe.

O bullying (como atualmente apelidamos um conjunto de comportamentos violentos e socialmente desadequados) existe de duas formas: direta ou indireta. Reconhece-se facilmente a forma direta de bullying, observando comportamentos onde a agressão a nível físico é recorrente, muito utilizada pelos rapazes que assumem relações de poder recorrendo a este tipo de força. Já nas raparigas o padrão de agressão é, muitas vezes, indireto, através do recurso à violência verbal ou social, ou mais recentemente o chamado cyberbullying.

Mas o que diferencia o rufia do bullie? Uma relação com três sinais facilmente identificáveis:

LER MAIS )

 

Autoria e outros dados (tags, etc)


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Pesquisar

  Pesquisar no Blog