Mãe da filha#3
"As crianças não são filhas das profissões dos pais
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"As crianças não são filhas das profissões dos pais
Sábado, dia 23 de janeiro, pelas 11h00, a PSP vai realizar na Direção Nacional da PSP, Largo da Penha de França, nº 1 - Lisboa , mais um Concerto de Palmo e Meio, que tantos bons momentos tem proporcionado a miúdos e graúdos.s
Venham passar uma manhã com a PSP, num espaço nobre da cidade de Lisboa e com estacionamento. A entrada é gratuita.
Reserve o seu lugar através de: protocolo@psp.pt
Este tema é usualmente abordado do ponto de vista feminino (e com muita pertinência!). Afinal, como gerem as mães vida profissional e gravidez, ausência para consultas de gravidez e ecografias, licenças de maternidade, horários de amamentação.
Do ponto de vista de quem é pai posso assegurar que também não é tarefa fácil, ou seja, está facilitado na questão biológica (não engravidamos nem amamentamos, é certo) mas o mesmo não se aplica para quem quer usufruir em pleno dos direitos e deveres da paternidade.
A quantos dos meus amigos, acabados de serem pais, lhes foi proposto (muitas vezes até por chefias femininas) a dispensa da licença de paternidade com o argumento de que o bebé recém-nascido precisa mesmo é da mãe?
"Desabafava comigo, um destes dias, uma amiga a propósito do temperamento das suas duas filhas, com idades muito próximas mas com comportamentos quase opostos. Dizia-me ela que a mais velha era muito responsável, fácil de lidar, resiliente e esforçada. Para que ela ultrapassasse os desafios bastava motivá-la, muitas vezes usando a estratégia de a espicaçar em jeito de jogo "Não és capaz de...".
"Uma criança pode encontrar inúmeros exemplos de morte, por exemplo, numa folha caída ou num animal morto, e observar que este não se move nem reage a qualquer estímulo. Isso suscita-lhe curiosidade e ela procura rapidamente uma explicação junto de um adulto ou de outra criança. A partir dessas explicações ou crenças, ela desenvolve as suas próprias ideias. Tanto o que lhe é dito, como o que não se diz (que passa nalguns casos pelo silêncio ou pela fuga à questão), tem uma grande repercussão no imaginário infantil e no seu desenvolvimento.
O bilhete é caro mas vale bem a pena a visita. — em Castelo De São Jorge - Lisboa.
O pai do Vasco leva-o numa viagem à volta do Mundo (Muralha da China)
Ou ... se a vida te dá um pai criativo, faz uma viagem à volta do Mundo sem sair de casa...
As nossas viagens de carro nunca são em silêncio. No outro dia, de regresso a casa com a Ana já adormecida na cadeirinha do banco traseiro falávamos de música e das músicas que os nossos pais ouviam quando éramos pequenos, geração de 80, pais com raízes na Margem Sul e nas Áfricas, mães açoriana e lisboeta. Rimo-nos ao relembrar "A Cinderela", os "Meninos de Huambo" e o "Amar como Jesus amou", do qual a nossa filha é fervorosa fã. Depressa passámos para as músicas braseileiras, a Simone e a Gal Costa, a Elis Regina e os Roupa Nova e chegámos a casa, estacionámos e deixámo-nos ficar, de smartphone em punho ligado ao youtube a cantarmos baixinho, entre o divertido e o "shiuuu, não acordes a miúda!" numa cumplicidade musical e de vida, que é de vida que escrevo neste post.
E à meia-noite, comemorando 17 anos desde o nosso primeiro beijo, eu recém-chegado dos Açores para estudar, tu a miúda mais segura e confiante que já conheci e o céu de Lisboa como testemunha. E ligámos o youtube na música cafona, sintonizámo-nos aqui:
"Se eu não te amasse tanto assim talvez perdesse os sonhos dentro de mim e vivesse na escuridão"
Uma caixa não é apenas uma caixa. Pode ser uma infinitude de coisas, basta que a nossa imaginação o permita. Uma caixa pode ser um foguetão, um barco, o que quisermos. Se a caixa do coelhinho pode ser tudo o que ele entender, então cada criança tem esse mesmo poder face a qualquer objecto que tenha à frente: uma caixa, um saco, uma vassoura, um chapéu. Este é um livro perfeito e o preferido do pai cá de casa.
Bestseller do New York Times e Publishers Weekly, este livro recebeu inúmeros prémios tais como Melhor livro ilustrado pelo New York Times, livro de honra Theodor Seuss Geisel e Notable Children’s Book da American Library Association
Título: "Não é uma caixa"
Autoria: Antoinette Portis
Tipo de leitura: leitura em voz alta
Idade recomendada: entre os 4 e os 8 anos
Sugestão de actividade: Guardar uma caixa de electrodoméstico, por exemplo, e convidar a criança a usála com diferentes funções e para diversos fins
Booktrailer: aqui
Livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, Educação Pré-Escolar
Muitos casais têm uma canção que os une (eu e a minha mulher também temos). Eu e a minha filha também temos a nossa canção.
Ei-la:
Quando estão sozinhos num local público com as vossas filhas e elas ficam com vontade de ir ao quarto de banho levam-no ao dos homens (como vocês) ou aos das mulheres (como elas)?