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Em nome do Pai

Paternidade na ótica do utilizador.

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AGENDA| Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância (Nacional)

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"Abril: Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância

Agitar consciências e contribuir para a implementação de políticas de prevenção: são estes os objetivos do Mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância, que todos os anos se realiza em abril.
A Comissão Nacional de Promoção e Proteção das Crianças e Jovens empenha-se particularmente em sensibilizar o país para a necessidade de cuidar e proteger os mais novos, apoiando as CPCJ.
“Cuidar e proteger ajuda-nos a crescer” é, de resto, o mote da campanha deste ano.
De norte a sul, multiplicam-se atividades que envolvem milhares de crianças, num esforço coletivo para combater práticas violentas, sejam maus tratos físicos ou psicológicos, simbolizados internacionalmente por um laço azul."

 

in Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens

 

Durante este mês várias CPCJs (bem como outros parceiros sociais) do país encontram-se a organizar uma série de ações para assinalar a necessidade de prevenção dos maus tratos na infância desde debates, caminhadas, ações de sensibilização e formação, palestras, entre outros. 

 

Por exemplo, em Lagos haverá uma caminhada dia 20 de Abril e em Serpa uma dia 27 de Abril, em Mértola a população organizará um mural dia 28, em Vouzela será dinamizada uma peça de teatro dia 28 de Abril, em Oliveira do Hospital estará patente uma exposição durante todo o mês e dia 13 de Abril em Ponte de Lima terá lugar a peça de teatro "Os Herdeiros da Lua de Joana" e a CPCJ de Nelas criou um cartaz genial insspirado na DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA :

 

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Coloquem "like" nas páginas de facebook das CPCJs das vossas áreas de residência, acompanhem e participem nas suas ações e estejam a par dos seus âmbitos de intervenção.

As CPCJ não são órgãos de punição ou na base de retirada de crianças aos agregados familiares, como tanta vezes são, erradamente, conotadas. São equipas multidisciplinares que zelam pelo superior interesse das crianças, que apoiam as famílias nos seus processos de capacitação, que sensibilizam , previnem e que atuam em conformidade com os casos e as situações que acompanham.

São, sobretudo, órgãos das comunidades de pertença cujo trabalho devemos acompanhar.

"E porque o sistema de proteção (também) somos todos nós."

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